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Paulo Sabbanelli [ Imprensa ]

[ Release ] Pequenas empresas · Inteligência artificial · Negócios

Diagnóstico leva tecnologia e IA de grande empresa à pequena, começando pelo problema e não pela ferramenta

Paulo Sabbanelli, que atendeu marcas como BASF e Nestlé dentro de agências, aplica o mesmo método a PMEs e negócios de bairro, com inteligência artificial e preço fechado.

[ Em resumo ]

  • Os pequenos negócios são 95% das empresas ativas do país e respondem por 26,5% do PIB, segundo o Sebrae.
  • O diagnóstico parte do gargalo do negócio (marca, aquisição de clientes ou operação) e só depois escolhe a tecnologia.
  • Soluções já entregues incluem calculadora de preço com consulta por CEP, site no ar em 48 horas e loja própria gerada a partir do Mercado Livre.
  • Serviços de escopo fechado, com preço na página e contratação online, desde setembro de 2026.

O Brasil tem 24 milhões de pequenos negócios ativos. Eles são 95% das empresas do país, respondem por 26,5% do PIB e criaram 80% das vagas de trabalho abertas em 2025, segundo levantamento do Sebrae publicado em junho de 2026. A maior parte delas ainda vê ferramentas como inteligência artificial, rastreamento de vendas e automação como coisa de empresa grande: cara, difícil e distante do dia a dia.

Paulo Sabbanelli, especialista em comunicação digital para aquisição de clientes, trabalha para encurtar essa distância. Com mais de 25 anos de internet, ele passou por assessorias de imprensa e agências de comunicação integrada, onde foi responsável pela frente de demanda digital e atendeu, como parte dessas equipes, clientes como BASF, Nestlé, Votorantim e Volkswagen. Hoje, de Guarulhos (SP), aplica o mesmo método a pequenas e médias empresas e a negócios de bairro.

“A empresa grande tem uma equipe para descobrir onde está o problema antes de comprar a ferramenta. A pequena compra a ferramenta e torce. O diagnóstico existe para inverter essa ordem”, afirma Paulo.

O que é o diagnóstico

O trabalho começa por uma conversa para localizar o gargalo: marca, aquisição de clientes ou operação. Em seguida vem a leitura da presença digital atual, da medição das vendas e das campanhas que já rodam. Só depois disso entra a escolha da tecnologia, que pode ser um site, uma automação, anúncios no Google e no Instagram ou um sistema feito sob medida com ajuda de inteligência artificial.

Exemplos já entregues

  • Para uma empresa de retirada de entulho de Guarulhos, um site com calculadora de preço por saco e consulta por CEP: o cliente vê o valor na hora, sem ligar para pedir orçamento.
  • Para comércios e profissionais da cidade, a Vitrine do Bairro, um site de uma página no ar em até 48 horas, sem mensalidade de hospedagem.
  • Para quem vende no Mercado Livre, o ViraLoja, sistema desenvolvido com inteligência artificial que transforma a loja do marketplace em loja virtual própria.

Preço fechado

Desde setembro de 2026, os serviços de escopo fechado têm preço na página e contratação pela internet, com Pix ou cartão. Projetos sob medida passam antes pelo diagnóstico.

“Tecnologia boa para a pequena empresa é a que resolve um problema que o dono consegue descrever numa frase. Quando ninguém consegue dizer qual problema ela resolve, é desperdício”, diz Paulo.

Sobre Paulo Sabbanelli

Paulo Sabbanelli trabalha com internet desde 1999 e soma mais de 15 anos em posições de gestão em marketing e tecnologia. Passou por assessorias de imprensa e agências de comunicação integrada como responsável pela frente de demanda digital, atendendo, como parte dessas equipes, clientes como BASF, Nestlé, Votorantim e Volkswagen. Foi gerente de marketing digital de e-commerce de turismo. De Guarulhos (SP), já atendeu diretamente empresas como FGV, Baden Solar e CLM Controller e negócios locais de vários segmentos, com sites, busca no Google e nas IAs, mídia paga e rastreamento.

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